Artigo:
Prosaúde em compasso de espera
Houve alguns avanços, mas segue indefinido o formato de gestão da empresa criada para gerir o plano de saúde da Cemig. No nosso entendimento, os participantes, por meio das entidades de representação, devem ter maior espaço e poder de comando. O debate nesse sentido precisa continuar.
As negociações com as patrocinadoras se estenderam até a mesma época em que ocorre a campanha salarial dos empregados da Cemig. Entretanto, as negociações relativas ao Prosaúde não foram envolvidas, até para não haver confusão de propósitos. As entidades envolvidas seguem defendendo o Prosaúde para melhorá-lo.
Outra discussão é que os participantes não devem arcar sozinhos com eventuais prejuízos. No caso de déficit, este deve ser dividido entre as partes (patrocinadores e participantes). Seguimos com os debates para aprimorar a gestão e os procedimentos sem perdas para os participantes. Caso haja prejuízo, que não seja capaz de inviabilizar a permanência do beneficiário no Prosaúde.
Várias reuniões foram realizadas, mas não chegamos a um modelo ideal de gestão. Estamos confiantes de que nossas reivindicações sejam atendidas e que a nova empresa seja conduzida à feição de quem é sua razão de existir: o participante.
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