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“O que falta é união”
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Um exemplo de exercício da cidadania
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O encanto pela vida
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O que esperar das urnas?
Algo precisa ser feito, enquanto há tempo
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Guerra é um bom negócio?
As incoerências do Brasil
Dia do Aposentado: comemorar e protestar
Deputado (a), garanta a vinculação das verbas para educação e saúde
Entidades intensificam protestos
Sobre a visita do papa ao Brasil
O Encontrão dos Aposentados
Iniciadas as atividades dos 25 anos
Desaposentar
Cemig avança
Todos contra a dengue
A assinatura básica da telefonia fixa: um negócio bilionário
Otimismo mantido
Longevidade
Trajetória de conquistas
Saúde, direito e paz
As dificuldades estão aí
A esperança existe e tem nome
É hora de acertar contas com o leão
Em meio ao fogo cruzado político-eleitoral
A morte de Isabella Nardoni
O Surreal Atleticano
 
 
Artigo: O Encontrão dos Aposentados
 

Colaboração

Por Lázaro Barreto

Os conceitos de senilidade e de jovialidade bem que merecem uma acurada revisão de vez em quando, para não serem facilmente antagonizados. As pessoas, do nascimento ao falecimento, desfrutam dos mesmos impulsos e impasses, sofrem das mesmas dificuldades e desfrutam dos mesmos benefícios das condições existenciais de, afinal de contas, serem como são e estarem como estão. E não raro, encontramos muitos jovens que são, em muitos aspectos comportamentais, notoriamente envelhecidos, e muitos velhos que até mesmo remoçam com o passar dos anos. Participando, agora, pela primeira vez, do belo espetáculo do chamado ENCONTRÃO DA AEA, entre centenas de colegas aposentados da CEMIG, não me senti, em nenhum, momento uma pessoa saudosista nem defasada, mas sim uma pessoa em plena posse de seus dons e predicados físicos e mentais, enturmado na espontânea e feliz convivência de sempre.

E mais uma vez, tive o prazer de constatar que o chamado e nunca assaz louvado “Padrão CEMIG” de comportamento funcional (e existencial) deixou realmente em cada um dos colegas uma ressonância de dignidade arraigada, que substabelece a que está em permanente formação no perfil psicológico de cada personalidade humana. O que aprendemos uns com os outros, ao longo dos anos de coleguismo, transparece nas conversações dos encontrinhos, como o adorno recíproco da amizade mais cordial e respeitosa, e ainda mais nos tão propiciatórios ENCONTRÕES brilhantemente promovidos pela AEA.

Notamos, nas praias magníficas e nas amplas áreas dos hotéis de Porto Seguro, esse traço coletivo do somatório das individualidades: além da notória ausência da obesidade (a indicar a boa manutenção da saúde de cada um, virtude herdada do vínculo empregatício “cemiguiano”) e entre muitas outras indicações positivas do aposentado: a tônica da familiaridade e da identificação afetuosa de uma convivência trabalhista sem arranhões e estigmas. E aqui abro um parêntesis para elogiar a benéfica influência funcional e moral de administradores que instauraram e consagraram a salutar disciplina “cemiguiana” de trabalhar e de viver. Cito aqui os nomes que me ocorrem naturalmente: Paulo Veiga Salles, Arquimedes Violla, Joaquim Soares Ramos (do tempo em que trabalhei na construção da Usina de Salto Grande), José Francisco Lemos Filho, Valter Chaves, José Pedro Rodrigues de Oliveira, Uilton Rocha, Haroldo Velloso, José Petrônio de Oliveira Campos (do tempo que trabalhei em Divinópolis, na Distribuição) e tantos outros igualmente influenciadores da reconhecida moralidade profissional, artífices da boa exemplaridade em termos da competência e do respeito que bem merecem o serviço público, um serviço nobre e sagrado no princípio, no meio e no fim de suas etapas.

O parêntesis foi longo, desculpem. Mas falar do ENCONTRÃO, em si, é reportar, mesmo, à tradição “cemiguiana” do bom desempenho dos diretores e funcionários da AEA, inspirados e condicionados dentro do mesmo espírito de solidariedade, salubridade moral e física de todos os participantes. Que a promoção não esbarre em obstáculos de continuidade.


Colaboração é Artigo feito por colaborador do nosso site.

 
     
 
 
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