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Todos os nossos artigos
 
EDITORIAL - Para fazer valer nossa representação
Perdemos uma grande brasileira
Golpe ou tiro no pé?
Prosaúde em compasso de espera
Pequenos cuidados para viver melhor a nossa aposentadoria
O Messias
Só falta a CPI do “pum” debaixo do cobertor
Olimpíadas no Brasil: portas abertas para a roubalheira
É simples entender por que não funciona
Vale tudo em nome da governabilidade?
Artigo: Arthur Virgílio não é meu herói
Já passou da hora de discutirmos o fim do Senado
Os Kirchner e a gripe suína
A vida é muito curta para desperdiçar
Corrupção não é exclusividade nossa; impunidade, sim
PPP nos presídios: bom investimento para quem?
“Infelizmente”, marolinha não virou tsunami
Ainda que abril tenha chegado ao fim...
A internet e o aposentado
Artigo: Joaquim Barbosa disse o que muitos queriam dizer
Acordo ortográfico, nós aderimos
Candidatura Aécio’s ’10 subiu no telhado?
Desculpas a Lula e a Tarso Genro
Caso da Suíça agrava nossa reputação
Parabéns, Jarbas. Em parte...
A volta dos que não foram
Decepção consumada, esperança ainda mantida
Carta enviada Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva
“O que falta é união”
Os aposentados e o mínimo
Cobap quer mais controle
Um exemplo de exercício da cidadania
O aposentado e a famí­lia
O encanto pela vida
O que os olhos não vêem
O que esperar das urnas?
Algo precisa ser feito, enquanto há tempo
Por que não nós?
É momento de apoiar, mas...
Guerra é um bom negócio?
As incoerências do Brasil
Dia do Aposentado: comemorar e protestar
Deputado (a), garanta a vinculação das verbas para educação e saúde
Entidades intensificam protestos
Sobre a visita do papa ao Brasil
O Encontrão dos Aposentados
Iniciadas as atividades dos 25 anos
Desaposentar
Cemig avança
Todos contra a dengue
A assinatura básica da telefonia fixa: um negócio bilionário
Otimismo mantido
Longevidade
Trajetória de conquistas
Saúde, direito e paz
As dificuldades estão aí
A esperança existe e tem nome
É hora de acertar contas com o leão
Em meio ao fogo cruzado político-eleitoral
A morte de Isabella Nardoni
O Surreal Atleticano
 
 
Artigo: O encanto pela vida
 

Milton Pinto de Andrade

Posso dizer que não vibro muito com futebol, entretanto, assisti a quase todas as partidas do Brasil (completas) na Copa do Mundo. Algumas vezes, não ficava de frente para a TV o tempo todo, mas nas principais jogadas estava de “olho” na televisão. O futebol mexe mesmo com a gente.

Até o início da Copa, aproximadamente há 50 dias, o Brasil era o melhor do mundo. A qualquer um que se perguntasse, o nosso time seria o campeão. Os nossos jogadores eram os melhores e tínhamos tudo para ser hexa-campeões.

Em qualquer meio, em qualquer rodinha de conversa e em lugares de apostas, não dava outra: o Brasil sempre era o melhor e tudo apontava a Seleção Canarinho como a melhor das 32 que disputariam o torneio. O hexa já era nosso.
Para chegar a Alemanha, sede da Copa, os times passaram por uma rigorosa classificação. São as melhores seleções do mundo. São os melhores jogadores do planeta. E os técnicos também são os melhores. Ser campeão do mundo não é fácil. Tem que estar muito entrosado, bem treinado, com bom preparo físico, espiritual e emocional e, acima de tudo, com muita vontade de ganhar, além de outras coisas mais.

O Brasil foi desclassificado nas quartas de final, após perder para a França. A partir daí, tudo desmoronou. A nossa seleção passou a ser a pior das 32 competidoras, os nossos jogadores não se esforçaram e entregaram o jogo para os adversários. Como dizem as más línguas, tremeram em campo.

E o técnico Parreira? Esse não entende nada de futebol, escalou o pior time e não queremos saber dele como comandante do escrete brasileiro.

Assim, depois de falar sobre a nossa seleção, gostaria de fazer um paralelo do futebol com a nossa vida cotidiana.
Por que de repente a nossa opinião, a respeito da seleção, mudou radicalmente? O que nos fez mudar de idéia, comportamento e opinião? Respondo. Porque acabou o encanto da seleção.

Tudo na vida é assim. Tudo é semelhante. O encanto com nossas esposas e esposos, com nossos filhos, com nossos amigos. Precisamos cativar as pessoas. Não podemos nos desencantar da vida. Quando isso acaba, com ele vai todo o nosso entusiasmo, nossa energia, disposição e confiança. Esse encantamento movimenta a vida, nos aproxima das pessoas, de tal forma, que somos envolvidos pela alegria e pelo prazer. Tudo isso nos dá auto-estima e nos torna felizes.

Antes da desclassificação, foram dias de muita alegria que todos nós passamos com a seleção, e o nosso prazer era tanto, que não sentíamos os dias passarem. Precisamos viver com mais alegria e ser menos rigorosos com os nossos semelhantes. É como se estivéssemos assistindo a um jogo da seleção diariamente, transmitindo esse encanto que é a vida.


Milton Pinto de Andrade é Presidente da AEA-MG

 
 
     
 
 
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